A solidão da minha alma

Às vezes, de tanto escrever, não sei mais o que quero falar

Recorro a um poema então, pra que nele consiga me calar

 

Esse não é um poema de expressão

Este é um poema de solidão

 

Solidão da alma, que procura desesperadamente uma causa

Mas é um poço sem fundo, é um peito murcho

 

Até onde vou ir, até quando vou me torturar, procurar por uma saída

Pra perceber que minha vida não é nada, além de uma vida?

 

Me encerro aqui

Aqui me calo

 

Aqui, poucas palavras bastam

Aqui, não preciso de tantos exemplos e explicações

 

Me basta o sentimento,

a solidão da busca

 

No mais…

Pouco me importa, pra não dizer nada…

 

Quer me julgar? Me julgue!

Não quer me entender? Não me entenda…

 

Aqui, já aceitei que não sou nada além de uma alma

Que pede, desesperadamente, por algo que não sabe o que é

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