Aquele menino e seus repentes…

Mas o que é um repente
Senão a vida da gente?

Sentado no restaurante, parado, sozinho
me martirizo
Não sou como os meninos de Sabino…

Meus repentes são calculados, planejados
Repentinamente decorados e perfumados

Ganho tapinhas nas costas
E aqui não cabe outra coisa, senão uma bosta
Igual a tudo que faço
A que tudo enxergo

Sou poeta de celular
Que tosse sem parar
Poema de rimas decoradas
Que se acabam como a vida
Do nada

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